Jazida de ouro situada no estado do Paraná, ainda não explorada.

As operações que houverão neste local foram referentes as sondagens e retirada das amostras para analise e pequenas amostragens que foram retiradas.

Jazida pronta para ser explorada, esta localizada em área cuja logística é especialmente favorável a exploração, pois as vias de escoamento e logística são de extraordinária facilidades e econômica execução.

 

Projeto para minério de cobre e ouro

A área abrange uma superfície de 1070 Ha visando seu aproveitamento econômico para uso industrial.

 

SOLOS

Os solos que têm influência direta na área são descritos a seguir:

Cambissolos: compreendem solos minerais, não hidromórficos, pouco desenvolvidos. Situam-se em ambientes de encostas. Podem estar associados aos latossolos, podzólicos e solos litólicos. Devido a estas diferenças, podem ser subdivididos em rasos, pouco profundos e profundos. Quanto à fertilidade, são bastante variáveis e dependem do material de origem.

Podzólicos: solos minerais, não hidromórficos, com horizonte subsuperficial

“B”, caracterizados por apresentarem incremento de argila em relação ao horizonte superficial “A”. Podem ser considerados como solos bem desenvolvidos. Com exceção de rochas efusivas, como basalto e diabásio, podem ser derivados de inúmeros materiais geológicos.

Terras roxas estruturadas e terras brunas estruturadas: solos minerais, não hidromórficos, com horizonte subsuperficial “B” derivados de rochas efusivas básicas (basalto e diabásio). Apresentam-se argilosos e com teores mais elevados de ferro e também fertilidade mais alta. Normalmente no Estado do Paraná as terras brunas são consideradas como solos de altitude (acima de 800 m.), embora possam ocorrer em regiões mais baixas.

Brunizem avermelhado: envolve solos minerais, não hidromórficos, de alta fertilidade natural. Apresentam cerosidade forte e normalmente encontra-se em relevos movimentados, em situações bastante localizadas, próximo ou associado aos solos litólicos e a terras roxas estruturadas sobre basaltos.

 

– GEOLOGIA LOCAL

Na área requerida afloram rochas extrusivas básicas da Formação Serra Geral, Grupo São Bento conforme o mapa Geológico da área pesquisada.

Na área onde foram feitos os estudos, o basalto aflora em diversos pontos como lajes expostas, cortes de estrada, “cabeças” de rocha ou matacos em meia encosta.

O basalto ocorre como dois tipos descritos: maciço, geralmente de coloração cinza acastanhado, pouco alterado, muitas vezes fraturado, textura afanítica e vesicular de coloração acastanhado, alterado, as vezes fraturado, em muitos pontos ocorre enriquecimento por malaquita nas vesículas.

Nos fundos de vale é possível observar camadas de argila de coloração avermalhada muito plástica de alguns metros de profundidade.

 

– CUBAGEM

– CUBAGEM DO BASALTO

A cubagem foi realizada através de blocos que foram selecionados a partir do caminhamento geológico , sondagens com recuperação de testemunhos executado em campo e analises químicas . A área foi dividida em quatro blocos de cubagem, onde foi possível calcular sua área em metros quadrados com o auxílio da ferramenta eletrônica Autocad 2009. Adotou-se a mesma profundidade do minério e do solo para todos os pontos dos blocos.

Para o cálculo utilizou-se o método padrão, largura versus comprimento versus profundidade, obtendo o resultado em metros cúbicos que multiplicado pela densidade do minério se obtém a tonelagem. Na cubagem do basalto foi inferida uma profundidade média de 100 metros.

Esta cubagem é para efeito orientativo e não reflete a realidade já que até esta etapa não foram executadas todas as analises dos testemunhos da sondagens mecanizadas para investigação em profundidade. O resultado está sujeito a modificações de acordo com o avanço da pesquisa.

Para se obter um valor em toneladas do minério de cobre adotou-se um teor médio de 05%, e para o ouro 0,05% segundo análises realizadas na região, pela própria equipe de trabalho deste requerimento já que as amostras encaminhadas para os laboratórios ficaram parcialmente prontas, portanto teremos aproximadamente uma reserva técnica 6.2 milhões de toneladas de minério de cobre e 12 toneladas de ouro.

 

Obs: estes resultados poderam sofrer alterações conforme forem realizados o restante tos trabalhos de pesquisa , visto que foram feitos furos de até

300metros de profundidade com sondagens e o calculo foi feito apenas com 100 metros de profundidade para uma previa avaliação .

Baixe o anexo para maiores informações:

Fluxograma